A Imagem Infravermelha é um dos métodos mais modernos de diagnóstico da atualidade. É capaz de detectar inúmeras doenças, muitas vezes não detectadas por outros métodos, e de forma ainda mais precoce. É um exame totalmente não invasivo e sem nenhum contato físico. Além de não emitir nenhum tipo de radiação é totalmente indolor. Portanto, pode ser empregado em crianças e gestantes, sem nenhum tipo de risco.
A Imagem Infravermelha é especialmente útil em pacientes com dor crônica que já sofreram outros tipos de exames ou múltiplos procedimentos dolorosos, e que portanto mostram alguma resistência na realização de mais exames ou provas diagnósticas.
A Imagem Infravermelha, também conhecida como TERMOGRAFIA INFRAVERMELHA, pode ser repetida tantas vezes quanto necessário sem risco ou dor para o paciente.
A Imagem Infravermelha de alta resolução é uma técnica de diagnóstico já realizada em diversos países da Europa, Ásia e América do Norte, permitindo a análise de variações mínimas na temperatura da pele.

A pele das pessoas com saúde possui uma SIMETRIA térmica indicativa de normalidade. Uma vez detectada qualquer ASSIMETRIA, isto indica uma alteração no organismo. Porém, a mão humana só é capaz de discriminar alterações de no máximo 2o C. No entanto a Imagem Infravermelha, ou Termografia, é capaz de avaliar até um décimo de grau centígrado e ainda mais, sem nenhum contato físico ou contraste. Normalmente, um aumento na temperatura indica uma maior circulação sanguínea local que pode ser devida a um processo de dor ou um processo inflamatório entre outras causas. Na imagem abaixo, a cor amarela representa um aumento na microcirculação sanguínea causada por uma lesão no nervo ulnar da mão direita.
Com relação a aumentos de temperatura, estudos canadenses demonstraram que um aumento de temperatura em uma das mamas pode indicar a presença de um tumor, antes de o mesmo aparecer na mamografia.

Por outro lado, a diminuição de temperatura também é importante na caracterização de doenças de má circulação sanguínea, lesões de nervos ou dores crônicas. A imagem abaixo demonstra uma perna com diminuição severa na microcirculação sanguínea decorrente do uso do cigarro. A área azul é a mais fria.
A Imagem Infravermelha é um método que complementa ainda mais os achados anatômicos das atuais técnicas radiológicas (radiografia, ultra-sonografia, tomografia, ressonância magnética) porque avalia como o corpo está funcionando, independente se há uma alteração de estrutura ou tecido detectável por esses exames.
É um exame básico na investigação de doenças, pois possibilita:
Um exame totalmente indolor;
Um diagnóstico realmente precoce;
O acompanhamento mais seguro das doenças crônicas;
A detecção de doenças em fases mais precoces como: tumores de mama, doenças da tireóide, sobrecargas músculo-esqueléticas, alterações neurológicas, entre outras;
A avaliação da recuperação do organismo aos diversos tipos de tratamentos (medicação, fisioterapia, cirurgias, acupuntura, eletro-estimulação);
Que o paciente seja poupado de exames invasivos desnecessários e desagradáveis;
Economia de muito tempo do médico na avaliação do seu paciente;
Diminuição nos custos do tratamento do paciente, especialmente na diferenciação entre doença articular, neurológica, miofascial e circulatória em apenas um exame;
Evidências de lesão permanente através da documentação por imagem da resposta aos tratamentos: favorável, desfavorável ou sem mudança apreciável.